
Videodrome: A Síndrome do Vídeo
Max Renn (James Woods), o dono de uma pequena emissora de televisão a cabo, capta imagens de uma "snuff," que seriam cenas de pessoas que eram realmente torturadas e mortas. Inicialmente os sinais pareciam vir da Malásia, mas depois descobre-se que eram gerados em Pittsburgh. Gradativamente Max fica sabendo que esta transmissão se chama Videodrome, que na verdade é muito mais que um mórbido show de televisão. Max começa a sofrer efeitos bizarros e alucinógenos destas transmissões, se vendo no meio das forças que criaram e querem controlar o Videodrome. Mas Max descobre que seu corpo pode ser a última arma que poderá usar contra seus inimigos.
Onde assistir
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Buscar no JustWatchA leitura editorial do ValorScore + reações da comunidade — não uma alegação de que a obra é objetivamente “woke”.
Perguntas frequentes
"Videodrome: A Síndrome do Vídeo" é apropriado para crianças?
O Alerta de Conteúdo do ValorScore para "Videodrome: A Síndrome do Vídeo" é "Pesado" (53/100), medindo sexo, violência, linguagem e uso de drogas. Um exemplo da evidência que sustenta essa leitura: “capta imagens de uma "snuff," que seriam cenas de pessoas que eram realmente torturadas e mortas.”. Veja o detalhamento completo por eixo abaixo para decidir se é apropriado para sua família.
Ver detalhamento por eixo"Videodrome: A Síndrome do Vídeo" tem conteúdo woke/ideológico?
Na leitura editorial do ValorScore, "Videodrome: A Síndrome do Vídeo" tem presença ideológica classificada como "Limpo". Isso é opinião com evidência, não veredito: um exemplo citado é a análise editorial ainda não tem uma citação específica registrada para este eixo. O ValorScore geral (limpeza + valor + nota do público) é 86/100. Veja todos os eixos e suas evidências no detalhamento abaixo.
Ver detalhamento por eixoOs scores refletem a análise da comunidade e da IA como opinião com evidência — não um veredito factual.
- referência da IA — não verificadaA obra apresenta o uso incidental e não glamorizado de tabaco e álcool. Há uma cena em que a personagem Nicki Brand fuma um cigarro no apartamento do protagonista e solicita que a brasa seja pressionada contra sua própria pele, associando o tabaco a uma situação de sofrimento físico e masoquismo, sem qualquer representação que estimule ou glorifique o consumo.
- capta imagens de uma "snuff," que seriam cenas de pessoas que eram realmente torturadas e mortas.referência da IA — não verificada
- referência da IA — não verificadaMax Renn sofre mutações corporais grotescas, incluindo uma fenda que se abre em seu abdômen para a inserção de fitas cassete e a fusão de sua mão com uma arma de fogo.
- referência da IA — não verificadaMax Renn e Nicki Brand se envolvem em práticas de sadomasoquismo e fetiches sexuais, incluindo o uso de agulhas e queimaduras de cigarro como estimulação.
- referência da IA — não verificadaOs personagens usam palavrões e expressões de baixo calão com certa frequência no decorrer de suas conversas sobre a distribuição de conteúdo adulto e snuff.
Leitura ideológica (opinião editorial)
Esta é a leitura editorial do ValorScore + reações da comunidade — não uma alegação de que a obra é objetivamente X% woke.
- Anti-Família0,0Análise de IA · Modelo: IA
O que significa cada eixo?
Retratar a família natural ou a parentalidade como opressora ou ultrapassada.
- Subversão da Fé0,0Análise de IA · Modelo: IA
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